segunda-feira, 14 de junho de 2010

Meus sinais para você

Quando o sinal da escola faz vida
Na fábrica de linguas
Vem criar coisas estranhas, lembrar momentos bons
Vem me trazer você
Mas você anda, sem dúvida bem zangada
Pois esta interessada, em fingir que não me vê
Você que agora não entende
Porque não quer os meus sinais
Você que no inverno, com meias de criança
tem borracha nos teus pés
E de manhã, enfia o agasalho
Só no frio você crê
Mas você é mesmo artigo que não se imita
Quando meu coração grita
Faz reclame de você
Nos meu olhos você lê
Como eu sofro cruelmente
Com ciúmes, impaciente, dos que te teus sinais
e a mim você nem vê
Sou do sereno poeta soturno
Vou virar paciênte louco
Só por causa de você
Que enquanto você faz pano
Faço junto dos meus prantos esses versos pra você
Esses versos pra você, esses versos pra você

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